• Delegação Ministerial visita Segundo Instituto de Oceanografia da China em Hangzhou


    Uma delegação do Ministério das Pescas e Recursos Marinhos, liderada pela Ministra Carmen do Sacramento Neto dos Santos, que trabalha na China, visitou o Segundo Instituto Oceanográfico do país, baseado em Hangzhou.

    O Centro, cujas pesquisas tiveram início em 1965, é dos mais notáveis do mundo e com actividades de investigação fundamentalmente nos oceanos Índico e Pacífico.

    O Segundo Instituto Oceanográfico tem actualmente cinco estações de pesquisa em ciência e tecnologia no Ártico, onde preserva a biodiversidade e desenvolve estudos de alto padrão científico e marinho.

    O instituto monitora actualmente a sedificação dos grandes rios da China, controla a poluição, com apoio de satélites, além de ajudar a restaurar ecologicamente praias, lagos, baías e afins.
    São mais de seis mil quilómetros de costa controlada. Há ainda o compromisso com a prevenção de desastres ambientais, com a investigação marinha, etc.

    No final da visita, a Ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmen do Sacramento Neto dos Santos disse que a experiência do Centro pode ser aplicada ao Instituto Nacional de Investigação Pesqueira e Marinha (INIP).

    A governante reconheceu a eficiência dos estudos do instituto chinês, a capacidade do seu capital humano, assim como o planeamento e ordenamento marinho da instituição.

    “Achei extraordinário que a apresentação que nos foi feita trouxe o nosso plano de ordenamento marinho. Ficamos com muaito orgulho que eles tenham reconhecido que temos uma base e que esta base tem de ser refinada. E este é o futuro que queremos trazer para Angola. Estas ferramentas geo-espaciais”, disse a ministra.

    Vale lembrar que a Direcção do Segundo Instituto de Oceanografia de Hangzhou esteve em Luanda no mês de Abril.

    O Minpermar e o Instituto podem estreitar parcerias para transferência de conhecimentos e capacitação dos técnicos angolanos, segundo Carmen do Sacramento Neto.

    A ministra adiantou que “INIP está a sofrer uma reforma e vai poder encontrar novas áreas de desenvolvimento científico, como a geologia marinha.”